

Há receitas que não se perdem
Há receitas que não se perdem no tempo e há 500 anos que se mantêm religiosamente assim. A História da Doçaria Conventual começou há 500 anos nos Conventos Portugueses.


Damos a
provar uma
tradição
De norte a sul de Portugal onde havia um convento, há uma receita divina para saborear.
As receitas que damos a provar chegam diariamente dos lugares e das gentes que herdaram as receitas e a sua arte e os segredos da preparação.Queremos pôr na boca do mundo o melhor da doçaria conventual.
Receitas seculares e bem nossas que continuam nos dias de hoje a preparar-se com a mesma justeza de mãos com que franciscanas e carmelitas o fizeram até ao séc. XIX.
De Abrantes, de Amarante, de Alcobaça, de Aveiro, de Braga, das Caldas da Rainha, de Coimbra, de Évora, de Guimarães, de Lagos, de Leiria, de Ovar, de Portalegre, de Santarém, de Sintra, de Tentugal, de Vila Real, de norte a sul de Portugal há toda uma História para saborear.


O que fazer
com os ovos
das galinhas?
Chegavam aos conventos para pagar os foros da terra.
As claras serviam para engomar os hábitos, e as gemas?
Pois, juntou-se-lhes o dom das religiosas, o açúcar das colónias e o sabor de cada região - o figo, a amêndoa, a gila, a batata doce, a noz, a laranja, e criaram-se especialidades divinas que encantaram reis, inspiraram poetas, conquistaram fama e o seu lugar na História e Vida Portuguesa.
As Nossas Embalagens
Cá em Casa há umas embalagens lindas. Cabe tudo cá dentro: celestes, d.rodrigos, fidalgos, ovos moles de aveiro, pão de rala, queijinhos do céu, rebuçados de ovo de portalegre, sortidos, bolos grandes, bolos pequenos, é à vontade do freguês!


Embalagens
de cartão
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Caixas
de ovos
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Lata
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Cartucho
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